O QUE ESTAMOS ESPERANDO?

Imagem retirada de: No blog da Ana

Olá amigos de Deus!

Bom, essa mensagem é para que possamos refletir um pouco sobre nossa vida.

A sensação que tenho, muitas vezes, é que algo irá acontecer e tudo irá mudar em minha vida. É como se eu esperasse algo diferente que me impulsionasse ou me desse motivação para me consertar diante de meus erros, para me fazer agir onde é necessário, etc.. Penso que alguma coisa extraordinária irá fazer um milagre em mim, me proporcionando vontade de fazer o que é certo.

Tenho pensando sobre isso e observado que, muitas vezes, o que eu estou esperando, na verdade, já está presente. Não há o que esperar para fazer o que é certo, para mudar de vida, para me consertar com Deus, para agir naquilo que é necessário.

O que quero dizer é que temos condições suficientes para agir, para fazer aquilo que é certo e para buscar a Deus.

Muitas vezes, esperamos a vontade para fazer algo. E, o que acontece, é que se esperarmos a vontade para fazer o que nos proporcionará o bem, talvez nunca façamos nada; pois tudo aquilo que nos fornecerá qualidade de vida exige esforço, renuncias, sacrifícios e, por isso é tão difícil. A nossa carne/corpo deseja aconchego, estabilidade, conformidade, adaptabilidade, etc., mas sabe-se que para se conquistar ou se chegar a algo, nem sempre isso é possível.

Precisamos rever quem somos... Como estamos nos comportando, o que estamos pensando, fazendo, projetando e tudo que envolve nossa vida.

Como cristãos, estamos sendo o reflexo de Cristo? Estamos dando um bom testemunho? O que temos feito para o Reino de Deus? O que estamos esperando para fazer o que é certo? O que estamos esperando para fazer um conserto com Deus? Para renovar a nossa aliança com Jesus?

Somos a noiva de Cristo, e como noiva, estamos prontas para o Encontro com o noivo? Estamos preparados? Ou somos como as virgens imprudentes, despreparadas?

Que não sejamos surpreendidos com o arrebatamento para que então percebamos a realidade que estamos vivendo.

Que façamos o que se tem que ser feito enquanto a tempo. Não vamos deixar para amanhã o que podemos fazer hoje. Que nós nos arrependamos de todos os nossos pecados. Que sejamos gratos a Deus, por tudo. Que amemos enquanto há tempo. Que demos valor nos pequenos detalhes da vida... 

Então, essa é minha introspecção (sobre minha vida). Espero que o faça refletir e pensar sobre sua vida também. 

Fiquem na paz!

ATÉ CONSEGUIR RESPIRAR!



Contextualizando: É fim de ano! E eu comecei, precocemente, a fazer meu balanço anual pessoal avaliativo. Aquele que nos perguntamos: onde eu estava ano passado (?) e onde estou hoje (?). Não, esse texto não é de autoanalise, nem de “verdades bem ditas” (a famosa ripada).

Confesso que faz mais de ano que não escrevo, mas me senti muito a vontade para compartilhar aquilo que Deus tem ministrado ao meu coração nesses últimos dias. Que dias? Os loucos dias de crise que vivemos, crises de todos os tipos (!).

Ultimamente tenho sido confrontada pela Palavra de Deus, seja lendo a Bíblia ou ouvindo as ministrações das células e cultos que tenho ido. Aquela que eu quero compartilhar com vocês é de uma leitura que fiz: Ezequiel 37. Sim, é a famosa passagem do Vale de Ossos Secos. But, KEEP READING! (Não vou comentar o texto, leia-o).

Deus leva o profeta até o vale, e ele constata que há muitos ossos e estes estão “secos”, em outras palavras, mortos (!). Ossos: um último vestígio de que uma pessoa viveu, existiu um dia. Sim, você pode lembrar-se de alguém vendo uma foto, lendo o que ela escreveu ou o que escreveram sobre ela, mas nada disso tem o DNA da pessoa. Ossos não são árvores, eles não tornam a brotar (!), se o corpo humano morre tudo se decompõem e é consumido(!).

Deus é objetivo: “Homem mortal, será que esses ossos podem ter VIDA DE NOVO?” (v.3). O profeta nem tanto: “Senhor, meu Deus, só tu saber se podem ou não.” (v.3)

>> Apesar de estarmos na igreja, e andarmos com pessoas edificantes, é fato: diversas situações que vivemos são usadas como instrumento de morte, assassinam o que temos (sonhos, expectativas, sentimentos, ministérios, vocação, dons, relacionamentos...), e com o passar do tempo essas coisas vão se decompondo até virarem ossos. O que você responderia Se olhasse pra dentro de si mesmo e visse os seus ossos secos (que você carrega) e Deus lhe perguntasse “será que esses ossos podem ter VIDA DE NOVO”?

A resposta do profeta não foi muito satisfatória, e Deus foi objetivo novamente: “Profetize para esses ossos secos que deem atenção à mensagem do Senhor.” [...]

Eu porei respiração dentro de vocês e os farei viver de novo. Eu lhes darei tendões e músculos e os cobrirei de pele. Porei respiração dentro de vocês e os farei viver de novo.” (v.4-6) Com essa ordem, Deus disse: sim eu posso fazer viver o que está mais do que morto, o que é vestígio de um ser humano. O profeta, é claro que obedeceu e viu a cena mais espantosa que parece um filme de ficção ossos secos se reunirem e sobre eles começar a existir tendões, músculos, pele, e depois respiração.

QUE LOUCURA! Imagina a cena? Acho que eu desmaiaria...

A questão é que “sabemos” o que Deus pode fazer, embora saibamos muitas vezes não acreditamos, somos inseguros. Conhecemos os ossos secos que carregamos. E trazes eles a vida ou não só Deus pode fazer. Se ele resolver que sim, seus ossos voltarão a viver, quero lhe dizer: trazer a vida ossos secos é um processo, uma coisa de cada vez vai surgindo até que por último Deus sopre a respiração e concretize a vida de fato dos ossos que não são ossos mais (!). É um processo! Voltar a respirar, ter a prova de que está vivo, é o último estágio do processo.

O foco não é o ato de profetizar ou não, e sim de Deus nos mostrar os ossos secos e querer saber nossa postura diante deles: podem tornar a viver? “Saber” que podem e crer que podem são coisas diferentes! A afirmativa de Deus é o suficiente para obedecermos e persistir no processo até voltar a respirar! Continue crendo até voltar a respirar!

God bless you all!