JANELA 10/40

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O SEGREDO DO MELHOR MARIDO, DO MELHOR PAI, DO MELHOR CASAMENTO


Por Josemar Bessa

Quando eu era bem pequeno eu decorei o salmo 128 porque conheci um hino que era exatamente a letra deste Salmo, e este hino era cantado por uma menininha que tinha mais ou menos a mesma idade que eu tinha (Comunidade S8).

“Bem-aventurado aquele que teme ao SENHOR e anda nos seus caminhos. Pois comerás do trabalho das tuas mãos; feliz serás, e te irá bem. A tua mulher será como a videira frutífera aos lados da tua casa; os teus filhos como plantas de oliveira à roda da tua mesa. Eis que assim será abençoado o homem que teme ao SENHOR. O SENHOR te abençoará desde Sião, e tu verás o bem de Jerusalém em todos os dias da tua vida. E verás os filhos de teus filhos, e a paz sobre Israel.” - Salmos 128.1-6

O segredo do melhor marido, melhor pai... Está em algo em que o homem natural não pode ter. É o temor a Deus. “Bem-aventurado é o homem que teme ao Senhor e anda em seus caminhos”.

Isso, e só isso faz de um homem uma benção extraordinária para sua esposa e filhos. Esse temor o faz atraente para sua família. Um pai eficaz, um marido eficaz. Esse temor, e para ele não há substitutos, será o solo no qual a sua influência positiva vai crescer e a razão central do propósito pelo qual Deus constituiu a família será manifesto – e ela será também bem-aventurada!

Frutos abundantes fluem desse temor, e este fruto se aplica a homens e mulheres:

Recebe clara instrução divina nas suas escolhas: “Qual é o homem que teme ao SENHOR? Ele o ensinará no caminho que deve escolher.” - Salmos 25.12

Experimentam a bondade de Deus: “Oh! quão grande é a tua bondade, que guardaste para os que te temem, a qual operaste para aqueles que em ti confiam na presença dos filhos dos homens!” - Salmos 31.19

São objetos especiais de proteção de Deus: “... Que guardaste para os que te temem... Tu os esconderás, no secreto da tua presença” - Salmos 31.19-20

Tem filhos a quem Deus mostra compaixão: “Pois assim como o céu está elevado acima da terra, assim é grande a sua misericórdia para com os que o temem. Assim como está longe o oriente do ocidente, assim afasta de nós as nossas transgressões... Mas a misericórdia do SENHOR é desde a eternidade e até a eternidade sobre aqueles que o temem, e a sua justiça sobre os filhos dos filhos...” - Salmos 103.11-18

Tenho descendentes que serão grandes na terra das formas mais importantes, segundo o padrão de Deus: “A sua semente será poderosa na terra; a geração dos retos será abençoada.” - Salmos 112.2

São motivados a serem gracioso e generoso: “Bem-aventurado o homem que teme ao SENHOR, que em seus mandamentos tem grande prazer... A sua semente será poderosa na terra; a geração dos retos será abençoada. Aos justos nasce luz nas trevas; ele é piedoso, misericordioso e justo.” - Salmos 112.1-5

São confiantes, pessoas corajosas: “Bem-aventurado o homem que teme ao SENHOR... Porque nunca será abalado; o justo estará em memória eterna. Não temerá maus rumores; o seu coração está firme, confiando no SENHOR.” - Salmos 112:6-7 - “No temor do SENHOR há firme confiança e ele será um refúgio para seus filhos.” - Provérbios 14.26

Vai experimentar contentamento: “O temor do SENHOR encaminha para a vida; aquele que o tem ficará satisfeito” - Provérbios 19.23

Suas orações são ouvidas: “Ele cumprirá o desejo dos que o temem; ouvirá o seu clamor, e os salvará.” - Salmos 145.19

São abençoados com a sabedoria: “O temor do SENHOR é o princípio do conhecimento” - Provérbios 1.7 – “O temor do SENHOR é o princípio da sabedoria, e o conhecimento do Santo a prudência.” - Provérbios 9.10

São ensináveis ​​e pacíficos: No temor do SENHOR há firme confiança e ele será um refúgio para seus filhos. - Provérbios 14.26 O temor do SENHOR é a instrução da sabedoria, e precedendo a honra vai à humildade. - Provérbios 15.33 Assim, pois, as igrejas em toda a Judéia, e Galileia e Samaria tinham paz, e eram edificadas; e se multiplicavam, andando no temor do Senhor e consolação do Espírito Santo.” - Atos 9.31

São caracterizados pela integridade e fidelidade: “Observaste o meu servo Jó? Porque ninguém há na terra semelhante a ele, homem íntegro e reto, temente a Deus e que se desvia do mal” - Jó 2.3

Destacam-se por discurso construtivo: “Então aqueles que temeram ao SENHOR falaram frequentemente um ao outro; e o SENHOR atentou e ouviu; e um memorial foi escrito diante dele, para os que temeram o SENHOR, e para os que se lembraram do seu nome.” - Malaquias 3.16

É paciente, esperançoso, e genuíno: “O SENHOR se agrada dos que o temem e dos que esperam na sua misericórdia.” - Salmos 147.11

Persevera em fazer o que é certo: “Ora, amados, pois que temos tais promessas, purifiquemo-nos de toda a imundícia da carne e do espírito, aperfeiçoando a santificação no temor de Deus.” - 2 Coríntios 7.1

Trabalha duro, mas não estão tão comprometidos com o trabalho que eles não têm tempo para o prazer: “A tua mulher será como a videira frutífera aos lados da tua casa; os teus filhos como plantas de oliveira à roda da tua mesa.” - Salmos 128.3

Aceitam a responsabilidade por suas próprias famílias e são muito responsáveis: “Bem-aventurado aquele que teme ao SENHOR e anda nos seus caminhos. Pois comerás do trabalho das tuas mãos; feliz serás, e te irá bem.” – Salmos 128.1-2

São dedicados às suas famílias e acham que elas são uma fonte de grande satisfação - Sl 128.1-4

Tem prazer em adorar a Deus - “Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é vinda a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.” - Apocalipse 14.7

Ama a Escritura e ordenar as suas vidas de acordo com os mandamentos de Deus: “Bem-aventurado o homem que teme ao SENHOR, que em seus mandamentos tem grande prazer.” - Salmos 112.1

Verdadeiramente “Bem-aventurado é o homem que teme ao Senhor” (Sl 112.1).

Esqueça os vários conselhos do mundo e da cultura ao redor, eis o retrato pintado por Deus do segredo do melhor marido, do melhor pai, do melhor casamento!

Fonte: Blog do autor

NAMORO E CASAMENTO

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Relacionamento é sempre um tema delicado a ser tratado na pós-modernidade, pois o homem da atualidade interpreta a vida e age de modo bem diferente dos homens dos quais a Bíblia fala ou até mesmo de nossos predecessores em um passado não muito distante. Por isso, após ler a minha revista de escola bíblia LIÇÕES DA PALAVRA DE DEUS, achei importante compartilhar com vocês de maneira resumida a lição 3 da edição Ética Cristã.

Namoro e casamento:

1- Escolhendo o cônjuge 

A Bíblia nunca mencionou o ato namorar. Na composição familiar descrita no Antigo Testamento, os pais faziam as escolhas dos cônjuges para os filhos. Atualmente a prática de namoro é comum apesar de não existir nenhum texto Bíblico que recomende.

Nos dias de Jesus, os pais escolhiam o cônjuge para seus filhos. Feita escolha seguia-se rapidamente o noivado. Esse é o caso de José e Maria (Mt 1.18-24).

Hoje, no modelo pós-moderno, os próprios pretendentes escolhem o cônjuge e a intervenção da família restringe-se a discordância caso haja alguma inconveniência. Porém, pessoas que vão namorar precisam de um norte pois pessoas que namoram não são casadas e não podem agir como se fossem. Entretanto, aos poucos, a sociedade foi criando uma abertura para que isso ocorresse. A Bíblia não descreve um modelo certo para a pessoa escolher com quem se casar, mas é taxativa quanto a desaprovação do casamento entre um crente e um descrente (2 Co 6.14).

2- O casamento

O casamento é antes de tudo um ato moral. No entanto, devido ao pecado a sociedade acredita que todos são suscetíveis ao erro e que o casamento pode ser terminado e não precisa ser necessariamente seguido até a morte de um dos cônjuges. O casamento religioso tem por objetivo outorgar a bênção ao pacto estabelecido entre os noivos por uma autoridade espiritual.

Deus criou o casamento com o propósito de ser algo eterno e, por isso, é importante escolher bem o seu cônjuge pois Deus não aprova o divórcio.


Para acessar mais dicas sobre relacionamentos, clique aqui.

Autora: Luana Raposo 

NÃO TROQUE SUA BENÇÃOS POR UM PRATO DE LENTILHAS

Imagem retirada de: Google.com

 O livro de Gênesis, capítulo 25. 27-34 conta a história de dois irmãos: Esaú e Jacó.

Esaú era o filho mais velho de Isaque e Rebeca, trabalhava no campo, tinha os direitos da primogenitura (Dt 21.17). Era o filho preferido de seu pai.

Jacó era o filho mais novo, gostava de ficar em casa. Não tinha os direitos de primogenitura e era o preferido de sua mãe, Rebeca. Certo dia, Jacó estava cozinhando ensopado e certamente o cheiro estava exalando por toda casa. Coincidentemente, Esaú chegou do campo com muita fome, pedindo ao irmão um pouco daquele ensopado.  Mas Jacó, aproveitando-se da fraqueza dele pediu em troca do prato o direito de primogenitura.  Esaú fez um juramento, dando a Jacó seu direito de primogenitura.

Assim como Esaú, temos nossos direitos de filhos, sendo Deus nosso Pai:

“O próprio Espírito testifica com o nosso Espírito que somos filhos de Deus. Ora, se somos filhos, somos também herdeiros de Deus e coerdeiros com Cristo, se com Ele sofremos, com Ele também seremos glorificados.” (Romanos 8.16-17)

Atualmente muitas pessoas estão trocando suas bênçãos e direitos como filhos de Deus pelos prazeres desse mundo.

Esaú representa os cristãos. Jacó representa o inimigo que tenta roubar tudo o que Deus nos dá. O prato de ensopado são as coisas passageiras que o inimigo nos oferece. Essa história me faz lembrar de Hebreus 12.2:

“Olhando FIRMEMENTE  para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia e está assentado à destra do Trono de Deus.”

Esaú não estava olhando para o valor da promessa de Deus, seus direitos como primogênito. Ele não se importou com o que perderia, apenas queria aquele prato de ensopado. Estava ansioso, com os olhos nas coisas deste mundo.  Esaú era um homem imediatista. Disposto a trocar um bem de valor eterno por algo passageiro.

Tem sido difícil esperar em Deus? Já passou pela sua mente desanimar da caminhada cristã? Tem sido difícil resistir ás tentações que aparecem diante de você? Então, olhe firmemente para o Autor e Consumador da sua fé! É Ele que nos sustenta, nos livra. A palavra do Senhor fala que não virá sobre você tentação maior do que possa suportar  (1 Co 10.13). NUNCA aceite nada que o inimigo lhe oferece, mesmo que seja atraente. Muitos cristãos estão trocando suas bênçãos por prazeres passageiros. Trocando a promessa de uma família abençoada por Deus, por amores passageiros. Não sabem esperar a pessoa certa. Uma vida ministerial, promessas de Deus, por baladas, bebidas, drogas, porque a promessa não se cumpriu no tempo que esperava.

Minha palavra para você hoje é:  “Aquele que começou a boa obra em vós, há de completá-la até o dia de Cristo Jesus.” (Filipenses 1.6). 

Deus não é homem para que minta, nem filho do homem para que se arrependa. Fixe seus olhos em Jesus! Ele cumprirá as promessas em sua vida no tempo d’Ele. De acordo com a vontade soberana de Deus e não a sua! Jamais troque sua benção por coisas passageiras, espere pelo Senhor!

CORRA, CORRA PARA CRISTO

Fonte da imagem: Web Servos
Graça e paz queridos leitores.

Hoje queria compartilhar com vocês à respeito de uma corrida. Uma corrida diferente das outras. Na qual vocês não saberão qual é à distância a ser percorrida. Uma corrida que você tem convicção de qual será o prêmio, mas ao mesmo tempo, não saberá o seu grande valor, pois é infinito, belo, inexplicável, é eterno, plenamente incorruptível.

Uma corrida que você não corre sozinho, aliás, sem a ajuda do Grande Juiz, não poderá nem dá o primeiro passo de largada. Nesta corrida muitas pessoas em sua volta irão te ridicularizar, te chamar de louco, por correr de tudo aquilo que supostamente é “bom, prazeroso e agradável” (somente para este mundo, pois nós cristãos sabemos que esta alegria não os levará a nada menos que um desprezo, e vergonha eterna).

Essa corrida que vai pela contramão daquilo que é menos importante, ou seja, o mundo e aqueles que amam o mundo, mas ao mesmo tempo, vai pelo caminho que segue diretamente para Ele, o mais belo, verdadeiro, amável, magnífico, gracioso, poderoso, misericordioso, admirável, Aquele que os olhos humanos e pecadores não podem ver, O Grande EU SOU, O Poderoso Deus!!!

Corrida em que ‘seremos atribulados, porém não angustiados; perplexos, porem não desanimados; perseguidos, porém não desamparados; abatidos, porém não destruídos’ (2 Co 4.8.9).

Como toda corrida, esta também exige foco, olhar para o autor e consumador da nossa fé, que nos Espera na  linha de chegada, de braços abertos para nos receber no Seu Reino.

Não olhe para os lados, não olhe para traz. Olhe para frente, olhe para Ele. Não ouça o que Ele não disser. Ouça Ele. Ele continua falando, através de Sua Palavra, a Bíblia. Ouça a voz Dele.

Corra... Corra... Corra para Ele. Corra por Ele. Corra com Ele. E assim você chegará ao céu, e perceberá que foi porque Ele, somente Ele financiou, ajudou, lhe colocou em Seus braços,  morreu e ressuscitou, para que essa corrida fosse ganha!

Um bom domingo, na paz do nosso Senhor, Jesus Cristo.  

Autora: Karina Oliveira

COMO ESCOLHER O NAMORADO (A)

Como escolher o namorado


Super dicas da Fabiana Bertotti sobre como escolher o namorado (a).

Acesse seu site: Fabiana Bertotti

O PODER DA DECISÃO

Imagem retirada de: Portal da teologia

Olá queridos leitores,
A paz queridos irmãos.

Hoje eu gostaria de falar com vocês sobre o poder de uma decisão e para isso irei lhes contar uma breve história:

Um dia um jovem, nascido em berço evangélico e crescido na igreja decidiu que queria namorar; Então ele encontrou uma boa moça e disse a ela sobre suas intenções. Porém, este jovem era do louvor, mas não se interessava muito por oração e a mãe desta moça era do grupo de oração e impôs que a condição para ele namorar sua filha seria que ele participasse todas as manhãs da oração. Daquele dia em diante o rapaz começou a frequentar todos os dias e após 3 meses nessa rotina ele foi batizado e foi quando a mãe da moça permitiu o namoro.

Eles namoraram durante 4 anos e se casaram, trabalhavam juntos na obra do Senhor, ele foi consagrado a pastor e ela louvava ao Senhor. Tudo faziam juntos e viviam na plenitude do amor. Porém, após 15 anos juntos, a moça aos 29 anos descobriu que estava com uma doença maligna, o câncer. Os dois não aceitavam, ainda não tinham filhos e nem metade de tudo que sonharam e planejaram juntos então oraram ao Senhor e pediram a cura, então a jovem foi curada do tumor que ela tinha no estômago e eles saíram levando o testemunho dela ao mundo. 

Entretanto os planos de Deus são mais altos dos que o nossos e por permissão dele alguns anos depois o câncer dela voltou, porém desta vez estava nos ossos. Inicialmente o casal se entristeceu com Deus, pensaram que ele havia os abandonado, pois eles haviam saído aos quatro cantos para testemunhar a vitória e o Senhor havia permitido que a doença voltasse. A jovem, não suportou, faleceu. Seu esposo não acreditando ficava ao lado dela esperando que a qualquer momento o Senhor a ressuscitasse. Portanto já estava na hora de seu enterro e nada havia acontecido, levaram o corpo ao cemitério e ao chegar lá à irmã que iria ministrar o louvor desmaiou, não conseguiu louvar ao Senhor naquele momento, naquela situação.

Então o esposo com o coração partido ouviu do seu lado direito uma voz dizendo: E agora? Louve ao teu Deus. Você não ia a igreja todos os dias? Não o servia? E agora ele louvou quem você mais amava, então, louve a Deus. Porém do lado esquerdo veio outra voz dizendo: E agora filho? Você ainda ira me louvar? Ainda irá se alegrar em mim? Ainda me ama?

Então o jovem pastor derramando suas lágrimas disse: Sim, Senhor. Eu ainda o louvarei. E em prantos começou a louvar ali no enterro de sua esposa e adorou o Senhor como nunca em toda a sua vida: Te louvarei, não importam as circunstâncias.

E em seu coração ele se lembrava que havia TOMADO UMA DECISÃO quando levantou sua mão e disse que aceitava o Senhor na sua vida e queria o adorar diante de qualquer circunstância, mesmo sendo esta a morte da mulher que ele amava.

Ouvindo essa história comecei a pensar em nós, adolescentes e jovens cristãos da atualidade, que estamos deixando o Senhor por causa de qualquer coisa menos significativa. Nos devemos aceitar a Jesus verdadeiramente e o amar pois Ele nos amou primeiro.

A vida cristã não é fácil e não é um mar de rosas sem espinhos, mas aquele que persevera até o fim será salvo.

Por isso hoje te convido a seguir o exemplo do rapaz dessa história que hoje é um grande homem de Deus que prega a palavra e conta às maravilhas que o Senhor tem feito em sua vida por causa da sua decisão de servi-lo seja como for.

SOBRE JUGOS DESIGUAIS

Imagem retirada de: Deus é fiel

Por Milton Jr. 

Jugo, ou cangalha, como se diz aqui no Espírito Santo, é o nome dado àquela peça de madeira que é colocada sobre dois animais para que possam puxar a carroça, o arado, etc.

Quando se colocam animais para puxar uma carga, deve-se ter o cuidado para que não sejam de tamanho ou força “desigual” a fim de que um deles não fique sobrecarregado, ou seja, para que não seja um “jugo desigual”.

A Bíblia fala sobre jugos desiguais e é bastante clara ao afirmar que os crentes não devem se prender a jugo desigual com os incrédulos. Na segunda epístola aos Coríntios Paulo escreveu: “Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniquidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas? Que harmonia entre Cristo e o Maligno? Ou que união, do crente com o incrédulo?” (2Co 6.14-15).

O ensino diz respeito a qualquer associação entre um crente e um incrédulo, apesar de ser mais comumente usado para se referir ao chamado “casamento misto”.

A razão para essa ordenança, creio ser bem simples de se compreender. Tendo princípios e motivações diferentes, sempre haverá uma carga mais pesada para uma parte que para a outra e, geralmente, pesando para o lado do crente. Ouvi certa vez, de alguém que não via problemas no casamento misto, que a ordem de Paulo se referia apenas a sociedades civis, mas pense na implicação dessa posição: você pode casar com um incrédulo e dividir com ele a grande responsabilidade de educar os filhos, mas não pode abrir um negócio com o cônjuge. Isso chega a soar de forma ridícula.

Um cristão comprometido com o Senhor deve ponderar muito bem sobre essa questão, pois as dificuldades certamente virão e, ainda que fosse possível garantir que elas não fossem surgir, a desobediência continua existindo. Eu sei que existem, e conheço alguns, casamentos assim, em que os cônjuges vivem bem e outros em que a parte incrédula acabou se convertendo, mas isso é pura graça e misericórdia do Senhor, e constituem-se exceções. A regra continua sendo o ensino de Paulo, que simplesmente ecoa o que outras passagens das Escrituras ensinam (Gn 6.1-3; Ex 34.12-17; Ne 13.23-27; 1Co 7.39).

São várias as razões que levam um crente a buscar relacionamento com um incrédulo e por trás de todas elas, indubitavelmente, está a vontade de satisfazer os próprios sentimentos em vez de obedecer ao Senhor e esperar nele. Por vezes, a ansiedade de conseguir um cônjuge torna-se um peso tão grande que a paciência em “esperar” alguém com a mesma fé dá lugar ao afoito desejo de fazer as coisas do seu próprio jeito e, assim, estabelece-se o jugo desigual, tão claramente desautorizado pela Palavra.

Mas, se por um lado a Escritura proíbe o jugo desigual com os incrédulos, por outro lado, ela nos ordena entrar numa relação que também é de jugo desigual, porém com o Senhor Jesus. Foi ele mesmo quem disse: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve” (Mt 11.28-30).

No relacionamento com Cristo Jesus ele assume todo o peso, em nosso favor.

A Bíblia nos mostra que, além do peso do pecado, o homem tem sobre si outro grande fardo, pois para que ele seja salvo Deus requer dele o cumprimento da Lei. O problema é que, por ser pecador, o homem não tem condições de guardá-la de forma plena e tem sobre si o peso da condenação do Senhor.

Jesus guardou a Lei de forma perfeita, tomou sobre ele os nossos pecados e recebeu sobre si o peso da nossa condenação. Descrevendo o sofrimento do Servo do Senhor, Isaías afirmou que “certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si [...] ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados” (Is 53.4-5).

O apóstolo Pedro, citando o texto de Isaías, nos ensina como deve ser a nossa vida, após sermos aliviados pelo Senhor, do peso da condenação: “Carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos para os pecados, vivamos para a justiça; por suas chagas fostes sarados”(1Pe 2.24).

Por carregar o peso por nós, Jesus pode então ordenar e afirmar: “Tomai sobre vós o meu jugo [...] porque o meu jugo é suave.” Sem o peso da condenação o crente pode cumprir os mandamentos, não para auto-justificação, mas para honrar aquele que o justificou, entendendo que “os seus mandamentos não são penosos” (1Jo 5.3).

O cristão pode ainda lançar todo o peso causado pelas ansiedades (incluindo a busca pelo cônjuge) sobre aquele que o carrega por nós, como exortou Pedro:“Lançando sobre ele a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós” (1Pe 5.7).

Não insista em buscar um jugo que o Senhor afirma ser sobremodo pesado, antes, tome sobre você o jugo suave daquele que suporta o peso por nós, honrando-o em todo tempo no cumprimento dos seus mandamentos.

APRENDENDO

Imagem retirada de: Blog da Jacinta Gama

Eu aprendi que os heróis são as pessoas que fazem o que tem que ser feito, quando deve ser feito, independentemente das consequências.

Eu aprendi que aprender a perdoar requer prática.

Eu aprendi que existem pessoas que te amam muito, mas não sabem como provar isso.

Aprendi que o dinheiro é um pobre indicador do valor de alguma coisa.

Eu aprendi que meu melhor amigo e eu podemos fazer qualquer coisa ou não fazer nada, mas nos divertirmos muito.

Aprendi que, às vezes, as pessoas que você esperava pisar em você quando você estava caído, é a que te ajuda a se levantar.

Eu aprendi que a verdadeira amizade continua a crescer mesmo em meio a uma grande distância. Assim é com o amor verdadeiro.

Eu aprendi que só porque alguém não te ama do jeito que você quer, não significa que ele não ama com todo o seu ser.

Eu aprendi que maturidade tem mais a ver com as experiências que você teve e o que você aprendeu, e menos a ver com os aniversários você já celebrou.

Eu aprendi que não devemos mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam.

Eu aprendi que não importa o quão bom seja um amigo, mas ele também pode feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-lo por isso.

Aprendi que nem sempre é suficiente ser perdoado pelos outros. Às vezes, você tem que aprender a perdoar a si mesmo.

Eu aprendi que o nosso passado e as circunstâncias podem ter influenciado quem somos, mas nós somos responsáveis ​​por quem nos tornaremos.

Eu aprendi que só porque duas pessoas discutem não significa que eles não se amam.

Eu aprendi que cada dia é uma oportunidade para que eu aprenda sempre mais.

Autor Desconhecido

VAI VALER À PENA

A Ponte - Vai valer à pena - Ministério Livres Para Adorar